It's all the dreams that never came true, 'cause you're too damn scared to try.
8 de dezembro de 2012
Poemas da cartola
Poemas da cartola, é mais um quadro do blog. Esse com postagens diárias com poemas, poesias, de grandes autores renomeados no cenários brasileiro, e mundial.
Existe muita coisa guardada, e até mesmo esquecida que se deve ser tirada da cartola. E assim reaparecerem, para as pessoas.
Vamos trabalhar com diversos gêneros e autores. Qualquer sugestão será muito bem vinda.
E para dar início a esse quadro, eu posto um poema que eu adoro do Mário Quintava:
''Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.
Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela...
Um dia nós percebemos que as mulheres têm instinto "caçador" e fazem qualquer homem sofrer ...
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebemos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom...
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia saberemos a importância da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..."
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...
Enfim...
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito...
O jeito é: Ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.'' Mário Quintana.
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Ao perder a ti, tu e eu perdemos.
ResponderExcluirEu, porque tu eras o que eu mais amava
E tu, porque eu era o que te amava mais
Contudo, de nós dois, tu perdeste mais do que eu
Porque eu poderia amar a outra como amava a ti
Mas a ti não te amarão como te amava eu.
De Ernesto Cardinal